Os ataques de ransomware como o WannaCry podem aumentar

hackers sequestrando os dados da empresa

Depois da onda de ataques sofrida por mais de 200 mil computadores, em cerca de 150 países no último mês de maio, a maior parte dos sistemas de segurança foi capaz de desacelerar o volume e diminuir o poder de fogo do ransomware. A impressão de que o pior já passou, no entanto, pode estar equivocada.

Isso porque novos ataques ainda estão acontecendo todos os dias, de forma mais lenta, contaminando computadores e danificando servidores. Além disso, uma nova onda com uma versão evoluída do malware pode ser disparada a qualquer momento, já que no último ataque os cibercriminosos puderam obter, com detalhes, as falhas e vulnerabilidade no código de alguns sistemas operacionais.

Justamente pelo risco que ainda correm, profissionais e gestores de TI precisam se preparar para evitar problemas, como a invasão de cibercriminosos por meio de aplicações não oficiais, como versões piratas do Windows, downloads por meio de soluções de torrent e também a falta de antivírus para identificar anomalias e atividades suspeitas.

Outro fator também preocupa: A sofisticação dos cibercriminosos. Uma das maneiras de as empresas se protegerem das ameaças é por meio da atualização dos sistemas que utilizam, porque sem soluções atualizadas, algumas barreiras contra problemas, como um ataque de ransomware, podem ficar vulneráveis.

Para proteger-se – como recomendamos em nossa primeira postagem sobre o ataque em massa – uma boa opção é manter as portas de entradas de redes e terminais restritas, especialmente as portas de acesso remoto. As estações e servidores Windows já protegem a rede contra ataques vindos por este tipo de acesso. Ativar o serviço de webfilter e antivírus de navegação também são eficazes, já que isso auxilia a prevenção a infecção provenientes de websites maliciosos.

O histórico do ataque

A ação hacker que disparou o WannaCry (um trocadilho em inglês que sugere a vontade de chorar de um usuário afetado) teve origem, sabe-se agora, em uma ferramenta de espionagem desenvolvida pela Agência de Segurança Nacional (NSA), dos Estados Unidos. De tão potente, o ataque foi comparado pelo presidente jurídico da Microsoft, Brad Smith, “ao roubo de dispositivos Tomahawk”, um dos mais poderosos mísseis balísticos utilizados pelas forças armadas norte-americanas.

Entre os objetivos deste tipo de ação existem teorias distintas, que indicam grandes quantias de dinheiro geridas por bancos como o principal alvo e outras que apontam para a valorização do Bitcoin, moeda digital, a verdadeira motivação de todo o esquema.

O fato mais importante é que o caos resultado desse tipo de iniciativa prejudica mais os pequenos negócios, que precisam se defender de grandes armadilhas. Por isso é sempre importante procurar por soluções que tenham boa relação custo-benefício ao mesmo tempo em que sejam capazes de defender computadores de vírus maliciosos potentes, para que o crescimento do pequeno negócio não pare nunca.


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Texto: Marketing BluePex®

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