Ataques por hackers: Brasil é o 2º país mais prejudicado

Foram mais de 50 bilhões de reais!

Um estudo alarmante divulgado pelo security report revela que o Brasil é o segundo país que mais leva ataques por hackers, o prejuízo financeiros com ataques cibernéticos, somente superado pela China.

Em 2017 os números representaram o equivalente a 62 milhões de brasileiros (aproximadamente 61% da população adulta conectada), foram afetados, totalizando US$ 22 bilhões em perdas.

Os Hackers se aproveitam do perfil homogêneo de sua vítimas, que em geral são indivíduos que se cercam de dispositivos eletrônicos, curtem tecnologia e o conforto que as mesmas proporcionam, no entanto, ignoram os avisos e muito menos as premissas de segurança da informação. Os problemas estão postos e os dados expõem novamente a necessidade urgente das pessoas e empresas se voltarem aos princípios quando se trata de prevenir o cibercrime, não subestimando seus potenciais riscos.

Entre as crenças limitantes de segurança de informação estão a de subestimar os potenciais riscos, avisos e boletins de segurança de informação. Reforçamos abaixo alguns pontos:

Riscos com senhas

    • Mais da metade compartilham senhas.
    • Pouco mais de 1/3 simplesmente escrevem a senha em pedaços de papel.
    • Quase ¼  usam a mesma senha para todas as contas.
  • Apesar de 83% dos entrevistados se preocuparem que sejam roubados as informações sobre dados bancários, 18% compartilham a senha online de sua conta bancária com outra pessoa.

Brechas de vulnerabilidade dos consumidores

    • Apesar das vítimas tomarem conhecimento e certa preocupação com a segurança da informação no Brasil quase 20% não possui um método verdadeiro de proteção em seus dispositivos, e para isso um antivirus para empresa é essencial
    • 8 em 10 entrevistados utilizam o dispositivo móvel para compras online, porém 72% acreditam que esta atividade possui um risco moderado.
  • As vítimas também consideram o wi-fi público como sendo de classificado um risco moderado.

Crenças do consumidor

  • 83% acreditam que o crime cibernético deveria ser considerado um ato criminoso. Porém, ao mesmo tempo na prática confirmam ler os e-mails de outra pessoa sem consentimento (25%), compartilhar informações falsas nas redes sociais (19%) e se identificar com identidade falsa (22%).

Todos estes levantamentos demonstram como o cibercrime prejudicam não só as vítimas, mas também é responsável por uma parcela considerável que impede um maior avanço econômico. É importantíssimo a consciência das premissas básicas de segurança de informação para um maior desenvolvimento e crescimento econômico, fruto das garantias que um bom plano de segurança pode suscitar.


Ainda com dúvidas? Fale com a BluePex®   |  Texto: Marketing BluePex®


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